je não é dia de comemorar,
Hoje é dia de luto,
Hoje é dia de conscientização,
Para que uma triste
História não se repita.
Foi nesse mesmo dia 31
E mês de março, no ano de 1964,
Quando tudo começou.
Pessoas fugindo
De um estado a outro,
Pessoas fugindo do seu
Próprio pais,
Pessoas desaparecendo,
Pessoas apanhando,
Pessoas sendo torturadas
Pessoas sendo massacradas,
Pessoas sendo assassinadas,
Pessoas com medo, meu Deus.
Foi um tempo de chumbo,
Foi um tempo de manifestação
Foi um tempo de protesto,
Cobrar os direitos
Era correr o risco de opressão,
Cobrar os direitos era tido
Como crime.
Músicas sendo censuradas,
Livros sendo queimados
Em praça pública,
Emboscadas
Pessoas apanhando
Para entregar a outra.
Soldados recebendo
A ordem dos tiranos,
Soldados treinados
Para obedecer,
Soldados recebendo
Ordens por um mísero
Salário.
Hoje é dia de luto,
No Brasil!
Valter Bitencourt Júnior, blogueiro, poeta e escritor brasileiro. Membro correspondente da Academia de Letras de Teófilo Otoni (ALTO) e da Confraria Artistas e Poetas Pela Paz (CAPPAZ).
domingo, 31 de março de 2019
Hoje é dia de luto
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Valter Bitencourt Júnior
segunda-feira, 25 de março de 2019
A gente sempre quer ser positivo mesmo quando tudo não vai bem. A afinidade é algo incrível, porque quando existe a afinidade entre uma ou mais pessoas, a gente percebe que nada vai bem, apenas no olhar. Quem sabe a gente queira mostrar que tudo vai bem, em palavras escondemos muitas coisas, menos em nossas expressões, ações, olhar... A interrogação sempre vai surgir "como você vai?", "tudo bem com você", alguns perguntam apenas por perguntar, e outros não. A gente tem muito o quê aprender com a palavra "afinidade". Quando a gente passa a confiar no outro ou outra, para desabafar, quando a gente se sente com total confiança, e disso saber ser leal.
domingo, 24 de março de 2019
Entrevista com José Antônio Souza
Assistam a entrevista feita com José Antônio Souza, do bairro da Palestina, ele vai falar nessa entrevista um pouco sobre o bairro da Palestina e sobre ele, para depois discorrer sobre seu Antônio Fernandes Mendes (Quixeramobim-CE, 1936 - 2015, Salvador-BA).
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