O encanto daqueles que a ver
Na beleza da cidade, se esconde a pobreza,
A fome, o descaso e a pobreza (outra vez).
E pintam a cidade de azul, de cores calmas,
Para dar náusea nos olhos daqueles
Que enxergam a realidade, que se passa
Por entre os olhos.
A cidade por entre suas luzes, e toda a escuridão, e um tiro,
E gritos que não se calam,
Mães desesperada.
A cidade não cheira e nem fede,
Engana qualquer um,
Sem que ao menos perceba.
Pessoas embriagadas, pessoas drogadas,
Pessoas que roubam,
Pessoas que matam,
Pessoas precisando de colo,
Pessoas precisando de carinho,
Pessoas precisando de amor…
Na beleza da cidade, se esconde a pobreza,
A fome, o descaso e a pobreza (outra vez).
E pintam a cidade de azul, de cores calmas,
Para dar náusea nos olhos daqueles
Que enxergam a realidade, que se passa
Por entre os olhos.
A cidade por entre suas luzes, e toda a escuridão, e um tiro,
E gritos que não se calam,
Mães desesperada.
A cidade não cheira e nem fede,
Engana qualquer um,
Sem que ao menos perceba.
Pessoas embriagadas, pessoas drogadas,
Pessoas que roubam,
Pessoas que matam,
Pessoas precisando de colo,
Pessoas precisando de carinho,
Pessoas precisando de amor…
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| Valter Bitencourt Júnior, poeta, escritor e blogueiro. |

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