segunda-feira, 4 de maio de 2026

O declínio de Zema e a hipocrisia de Cavalcanti: nossa resposta é a luta por direito e educação

O Romeu Zema não é digno de resposta pela insignificância do que profere, mas todo posicionamento contra suas falas se torna mais que necessário. Suas ideias não refletem a nossa atualidade. Ele mesmo vai se atrofiar e cair no esquecimento, assim como muitos carrascos. Dizer não ao trabalho infantil é proteger nossa futura geração — que tem que estudar e aprender a lutar pelos seus direitos, para não cair nas garras de quem quer vetar conquistas garantidas com muito esforço.

A conscientização social é muito importante para que todos tenham consciência de que tem gente tramando contra os direitos e contra o que há de mais humano na sociedade, tem gente lutando contra as políticas públicas, que muito vieram e continuam ajudando no desenvolvimento do nosso país, assim combatendo as desigualdades. Ele não somente tem a proposta de que as crianças têm que trabalhar como também atacou as políticas públicas; é o tipo de gente que tem a intenção de assumir o poder com a finalidade de contribuir para o empobrecimento social e de sua desestruturação como forma de favorecimento ao mercado.

Recentemente também houve a fala do ex-senador Roberto Cavalcanti, apontando o 1 de maio como o dia da vagabundagem. São palavras gritantes, que visam desmerecer um dia de suma importância do reconhecimento dos direitos dos trabalhadores pela redução de jornada do trabalho para 8 horas, assim como também o direito da segurança do trabalho e a luta pelas melhorias sociais. São negadores da história a proferir hipocrisias como forma de desmerecer conquistas de suma importância para a classe trabalhadora e a sociedade em si. O Brasil segue clamando por justiça, e reparações históricas a cada dia se tornam presentes; hoje em dia a luta é contra a escala 6 x 1 e o direito a passar o tempo com a família, assim como o direito ao lazer e descanso — por uma condição de trabalho melhor.

Essa gente está furiosa com reparações que atualmente vêm sendo feitas. Será colocada em prática uma lei que já existia, porém não era usada: o direito do trabalhador de ter 3 dias de folga remunerada por ano para fazer exames preventivos, e o empregador, por sua vez, tem que informar isso aos trabalhadores. A taxação dos super-ricos entrou em pauta e passou a ser colocada na prática, além da isenção de imposto para quem recebe até cinco mil reais e descontos de imposto para quem recebe de cinco mil reais até sete mil trezentos e cinquenta reais.

Voltando às falas de Zema e até mesmo à de Cavalcanti, há quem acredite que eles estão sendo corajosos nas suas falas hipócritas, mas na verdade sujam a sua própria imagem e escancaram a ignorância da intelectualidade vazia, de quem visa favorecer o mercado e jogar a classe trabalhadora e parte da sociedade aos braços dos leões.

Por fim, o bom de tudo é que sabemos que não estamos sozinhos, assim como também muitos de nós estamos preparados para dar as devidas respostas a esse tipo de gente. Vêm as eleições e temos que, por nossa vez, estar de olhos abertos e atentos. A conscientização como forma de nosso entendimento de aceitação de nossas conquistas, assim como a negação desses senhores que, por sua vez, têm que cair no anonimato de sua própria mesquinhez, arrogância e insignificância.
Pré-candidato a presidente Romeu Zema (Novo) — Foto: Reprodução


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